Maurizio Cattelan








As fronteiras da arte são constantemente desafiadas por artistas que levantam questões sebre os limites da liberdade artística.
Maurizio cattelan faz uma tentativa radical para ridicularizar os princípios sobre os quais o artista se baseia para operar suavemente na sociedade. Provocador, com o propósito de mostrar os hábitos hipócritas que facilitam o fluxo do dinheiro no mundo artístico contemporâneo.
O proprietário de uma galeria prendeu-se a uma parede com fita adesiva (A Perfect day, 1999); o Papa é apanhado por um meteorito ( La Dona Ora, 1999), um pequeno Hitler a rezar (Him, 12001), um esquilo que se suicida com uma bala na própria cabeça (Bidibidobodiboo, 1996).
"Jogando com os grandes ícones da história e com os heróis do cotidiano, Cattelan segue um caminho anteriormente seguido por vilões, conjurados e charlatões. Os artistas procuraram muitas vezes refúgio no nimbo da sua própria arte, pregando e proclamando profetas."

Adam Szymczyk. In Art Now. Taschen.