Mona Hatoum

Mona Hatuom2   Mona Hatuom - Untitled (Wheelchair)  1998
Mona Hatoum - Light Sentence 1992. Mixed media    Mona Hatoum - Traffic,2002. suitcases, metal, plastic, human hair
Mona Hatoum - Socle du Monde 1992-1993. wooden structure, steel plates, magnets and iron filings   Mona Hatoum. Homebound. 2000
Mona Hatoum - Corps étranger 01   Mona Hatoum. Corps Étranger. 1994  
Mona Hatoum - Corps étranger 03    Mona Hatoum - Corps étranger 04
“Uma obra de arte é primeiro experimentada fisicamente. os sentidos, conotações e associações vêm depois da experiência física” *
Palestina de nascimento, Mona Hatuom cresceu em Beirute, para onde seus pais tinham fugido em 1948.
Depois de estudar artes plásticas durante seis anos em Londres, formou-se da Slade School of Fine Art em 1981.
A perfmormance intitulada The Negotiating Table reagiu ao massacre de 1982, em que foram mortos mais de 1000 refugiados palestinos. Ela pôs uma venda nos olhos e envolveu-se depois numa folha de plástico coberta por entranhas sanguinolentas de animal. Manteve-se neste estado a uma mesa durante três horas, mas as vítimas não eram matéria de negociação – as cadeiras em volta da mesa permanecem vazias.

A sua instalação Home de 1999 é composta por vários instrumentos de cozinha feitos de metal e ligados por fios elétricos a lâmpadas que acendiam a apagavam a intervalos não regulares e ao som amplificado da corrente elétrica estalando.
Em, Homebound, a artista dispôs cadeiras, gaiolas de aves, armações de cama e suportes de metal para roupa em volta de uma mesa com vários objetos domésticos. estes estavam também ligados à corrente elétrica e separados do observador por uma barreira de arame. De forma semelhante, transformou objetos como uma cadeira de rodas, em que os punhos eram lâminas de facas afiadas.
Suas obras são sintonizadas com o conceitualismo e contém uma crítica aos hábitos de percepção.
Em Corps étranger de 1994 na exposição individual no Centre Georges Pompidou, em Paris, Hatuom realizou um projeto: explorar o interior do seu corpo através de uma câmera que invadia as fronteiras interiores e exteriores do corpo.
* In: Petra Löffler. Mulheres Artistas. Taschen.