Kurt Schwitters

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Merzbau (Teilansicht: Grosse Gruppe) schwitters2 orchard_fig1a

Em 1919 havia publicado “Anna Blume”, um estranho poema sobre uma típica jovem alemã.

Cria seu próprio Dada com nome de Merz que escolheu desmontando o termo Commerzbank e atribuiu a uma loja-galeria.

A pintura de Schiwtters tem uma interpretação particular do Cubismo.

Seu objetivo é a obra de arte total, à qual se dedica até os anos 20: trata-se de uma escultura-arquitetura abstrata em gesso, o Merzbau, que ocupa um quarto da sua casa. Uma escultura em cujas cavidades ele esconde objetos de lembranças dos amigos ( Gabo, Arp, Mondrian e Richter), recobertos por outros objetos, num crescimento orgânico e contínuo, que o obriga a furar o teto para prosseguir no andar de cima. A obra foi destruída por uma bomba durante a Segunda Guerra Mundial.

Emigrando para a Noreuga, Schwitters inicia um outro Merzbau, e na Inglaterra, num celeiro de Westmoreland, onde dá início à um terceiro e morrerá na miséria.

No livro No interior do cubo branco, O´Doherty comenta que “Kate Steinitz, a mais perspicaz visitante da Merzbau, notou uma caverna ‘em que um frasco com urina fora colocado de forma tão estudada que os raios de luz que incidiram sobre ele transformavam o líquido em ouro’” (O´DOHERTY, 2007, p.45)

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